Numa relação ambivalente e dinâmica o futuro é um presente em transformação num espelho incontornável do passado. Compete ao ser humano pensante não deixar de ter presente a coerência dos actos e palavras para que o futuro faça sentido. Por enquanto , no presente, vamos vivendo com as consequências de tudo quanto fizemos no passado.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Um velho conhecido
Depois de decorridos quase 37 anos da "Revolução dos Cravos", vamos, pelos vistos ,voltar a recorrer a essa instituição do garrote ao serviço da finança chamado FMI. Com a coincidência, ou talvez não, da chamada destes abutres se dar sempre em governos liderados pelo PS. Antes, tendo como intérprete o parricida socialista Mário Soares, substituído entretanto neste elenco pelo maior mentiroso da classe política em exercício, de seu nome José Sousa. Más memórias são aqui evocadas dessa etapa, más perspectivas temos para o futuro nas mãos desta gente. Brevemente teremos (mais) uma oportunidade de ajustar contas nas urnas. Será desta que daremos um sinal claro de insatisfação contra estas políticas?
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